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Gaiola ou Caixa?

Esta decisão assombra diversos tutores e futuros tutores. A verdade é que é possível criar os gerbis em qualquer uma dessas opções, porém há que se levar alguns aspectos em consideração. Como, por exemplo, se o local onde você mora costuma ter mais frio, então opte pela caixa organizadora. Entretanto, se você mora em um lugar onde costuma fazer mais calor, é melhor que se opte pela gaiola ou pelo aquário. 
Cada terrário tem sua vantagem. As gaiolas de barras de ferro são fáceis de encontrar para comprar, algumas são muito bonitas.

1) Gerbis gostam muito de cavar, e estando em uma gaiola, vão jogar parte da forração para fora.
2) Gerbis gostam de roer as barras da gaiola, e acabam esfregando a parte de cima do focinho, então frequentemente perdem pelo nessa região por conta do atrito. Gaiolas são práticas durante um tempo, mas depois de 6 ou 10 meses podem começar a enferrujar.
3) Existem gaiolas de diversas marcas que podem ser encontradas nos mais variados modelos, entretanto nem todas as gaiolas podem ser adequadas aos gerbis.
4) Lembres-se de uma boa gaiola precisa:

  • Ter espaços pequenos entre as grades.
  • Ser grande e ter mais de dois andares.
  • A bandeja pode ser de plástico, mas tem que tomar cuidado com aquelas que possuem quinas fáceis para firmar os dentes e roer. Uma marca muito boa é a Monaco, que pode ser encontrada em diversas lojas do ramo. O modelo mais indicado é o Castelo.
  • Pode ou não ter partes e tubos de acrílico, mas não pode ser SÓ de acrílico. Saiba também que as partes de acrílico costumam ser destruídas antes mesmo de completar 6 meses de uso.
  • Não pode ter fundo de grade, e se possível, minimize os andares de grade com papelão diário, placa de MDF ou semelhante.
No caso dos aquários, dois pontos muito positivos chamam a atenção: o visual e o tamanho, já que você pode mandar fazer do tamanho que quiser. Se encomendar em um vidraceiro e deixar claro que não vai colocar água dentro, fica bem mais barato do que comprar pronto. Você vai precisar também de uma tampa de tela de arame pra fechar toda a parte de cima, evitando fugas sem comprometer a ventilação.

1) Difícil de limpar, por conta do peso e relativa fragilidade do vidro.
2) Pode ser complicado adaptar acessórios, como andares, bebedouro ou rodinha.
3) A transparência do vidro é ideal para observá-los.
4) Pode-se adaptar uma gaiola em cima, excluindo a necessidade de uma tampa de forma segura e sem comprometer a ventilação.
O terceiro tipo de casa facilmente encontrado é a caixa plástica organizadora. Apesar de não ser particularmente bonita, é uma opção acessível, durável, prática e leve. É muito segura, desde que a caixa seja consideravelmente "lisa" por dentro, sem quinas, dobras ou detalhes onde possam firmar os dentinhos. Se houver onde firmarem os dentes, vão roer e abrir um buraco. O que fazemos é abrir um buraco na tampa, fechando-o em seguida com tela de arame, de modo a não ter problemas com a ventilação, tampouco com fugas. Um segundo buraquinho na lateral permite a passagem do bico do bebedouro. É interessante manter o corpo do bebedouro do lado de fora, para evitar que eles roam a parte de plásticos.
Adaptado de:
Gerbil em Curitiba, em http://gerbilemcuritiba.blogspot.com